“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Alargar

O Pai Natal trouxe-me 3 kg.

Foi amoroso… Como sou educada, está a custar-me devolver a prenda.

A partir de certa idade só se perde peso de uma maneira: fechar a boca.

Tudo conspira contra mim: está frio, ando com o paladar especialmente apurado, gosto muito de comer, estou cansada e preciso de confort food.

Não está fácil! Tive, portanto, de reajustar o estilo.

Adeus, slim jeans, fomos felizes… há 3 kg!

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Olá, wide leg jeans!

wide leg jeans

super wide legs trousers

denim wide legs

Como me parece que vamos ter uma relação de longa duração, andei a pesquisar no Pinterest ideias para esta revolução da silhueta.

jeans Yasmin sewell

Aprovadíssima!

Até no Verão!

Tudo escondido 🙂

wide legs jeans 2018

E até é versátil para um arzinho de cerimónia!

vogue

Agora: volta bombazine, estás perdoada?!

Fui só eu que deixei a bombazine na adolescência?

 

calça bombazine 2018

 

Ainda a digerir…

bombazine trousers


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Heo Jiseon

No livro O pintor debaixo do lava-loiças, o mordomo não consegue interpretar metáforas.

Devido a essa incapacidade, morre prematura e estupidamente.

É o fim natural de quem vive longe de metáforas.

Afonso Cruz escreve metáforas como ninguém.

Heo Jiseon pinta metáforas.

Mais metáforas – http://www.grafolio.com/yuugi83

 


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Pascal Campion

Pascal Campion nasceu em New Jersey, mas viveu e estudou em França.

Depois de constituir família, por quem é totalmente apaixonado, como se nota nas suas ilustrações, começou a sofrer de uma constante falta de tempo.

Life Changes pascal campion

Disciplinou-se e comprometeu-se a fazer um esboço por dia, como comprova a sua conta de Instagram, blog ou Facebook.

Pascal Campion música

Agora trabalha, como freelancer, para a Dreamworks Animation, Paramount Pictures, Disney Feature, Disney Toons, Bent Image Labs, Cartoon Network, Hulu, They Might Be Giants, Insignia Worldwide, BRC Animation Arts and PBS.

pascalcampion noite de chuvaTodos os anos escolho o meu ilustrador fétiche.

Pascal Campion já me acompanha desde 2017, por isso não vale para 2018!

Ainda bem!

 

 

 

 


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Cordial

Quando era adolescente, gostava de listas (ainda gosto!)  e de ordenar os items por tops.

-Qual o defeito que mais abominas?

-A arrogância.

Por outro lado, nunca considerei a cordialidade como uma qualidade.

Por educação e personalidade, julguei a  cordialidade como a forma de estar natural dos seres humanos.

Cresci e percebi que não é bem assim…

Cordialidade deriva do Latim cor, cordis (coração).

Também deriva da origem latina a palavra cordial, que significa “referente ao coração, ao afeto”.

Cordialidade é algo que deve reinar entre os humanos.

Na verdade, é, assim como a Razão, o que nos distingue das bestas.


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O Urso que não era

Este é um livro existencialista e que coloca algumas questões universais e intemporais.

Seremos nós aquilo que os outros julgam que nós somos?

Tornar-nos-emos padronizados à força da repetição do que “devemos” ser ou fazer ou parecer?

Até que ponto ficará a nossa individualidade diluída no meio de tantos convencionalismos e expectativas?

Conseguiremos salvá-la?

É bom ser “esquisito”?

Dúvidas ainda difíceis de acertar aos 40, mas que convém começar a abordar aos 6.

Com sentido de humor, recorrendo ao absurdo e… com um urso.

Um urso que sabe muito bem que. quando os gansos voam para sul. é a altura de hibernar.

Um urso que. ao acordar do seu sono retemperador. tem o azar de encontrar homens muito produtivos, muitos decididos, muito enérgicos, muito poderosos e, claro, muito imbecis.

Homens que sabem o lugar do urso: numa linha de produção de uma fábrica super tecnológica, a trabalhar 8h por dia.

Urso não, “um homem tonto que precisa de fazer a barba e usa um casaco de peles”.

São tão convincentes que o nosso urso quase que se convence de que é “um homem tonto que precisa de fazer a barba e usa um casaco de peles”.

Como “homem tonto que precisa de fazer a barba e usa um casaco de peles”, vai trabalhar.

E quase se esquece de quem é e do que realmente precisa para ser feliz.

Um livro de 1946, editado pela Bruaá em 2016, mas, como se vê, muito actual.

Para ler e reler!


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Mais

A Lunna escreveu-me, nos votos de Ano Novo:

“Que 2018 seja menos intenso em sua correria (porque 2017 foi insano, nem agosto conseguiu detê-lo um pouco mais) e que seja mais, que sejamos mais.”

Vou tentar canalizar os esforços nesse sentido!

Ser mais: mais Mãe, mais Eu, Melhor!

Estar mais: com aqueles que amo, comigo!

Ver mais!

Respirar mais!

Pausar mais!

Sair por aí ajuda!

sobreiros

Beatriz de patins

Provavelmente, estou sugestionada, mas parece que anda uma luz nova no ar…

Oxalá!

E que traga a todos limpidez e cor!


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Jano

Janeiro provém de Jano, um dos mais antigos deuses do panteão romano.

Jano era o deus de todos os princípios, o que motivou Júlio César a escolhê-lo para designar o primeiro mês do calendário (calendário que ostentava o seu nome, o calendário juliano).

Jano é representado com dois rostos que se opõem: um olhando para a frente, outro olhando para trás.

Atribuem-se ao reinado de Jano as habituais características da Idade do Ouro: completa honestidade dos homens, abundância e paz profunda.

Terá sido Jano o inventor dos barcos.

As mais antigas moedas romanas em bronze tinham, numa das faces, a efígie de Jano e o reverso representava a proa de um barco.

(Estas e outras informações mitológicas constam deste livro maravilhoso.)

A minha proposta para 2018: vamos começar de novo!

O ideal talvez seja aproveitar esta oportunidade de recomeçar e deitar fora o lastro que, às vezes, nos prende.

Recomeçar com as aprendizagens e maturidade do Passado, mas com o olhar num Futuro límpido e venturoso!