“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Lie down

em casa há algumas zonas de lazer!

Frequentadas sobretudo pelos gatos…

Nos tempos que correm (literalmente), o otium, tão aclamado pelos filósofos romanos, foi completamente substituído pelo negotium:

não podemos parar!

Nem em nossa casa – há sempre a cozinha para arrumar, roupa para arranjar, o jantar, emails para responder e outras tantas atividades reais (e outras que nós inventamos) que nos impedem de estar só connosco, em introspecção ou contemplação.

E eu adorei esta frase:

if-you-feel-tired-lie-down-pencils marc johns

 

Só assim podemos correr com as estrelas.

marc johns correr com as estrelas

E desligar o botão das preocupações.

marc johns boton

Todas as ilustrações são de Marc Johns.

 


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Não vigiada

v.h.m. disse, numa entrevista, que ser feliz é viver como somos e apaziguarmo-nos com isso.

Parece tão óbvio, não é?

Mas raramente o fazemos, pelo menos em plenitude; é mais fácil ficar na superfície.

Praia não vigiada

Talvez seja necessário procurar constantemente esta bifurcação na Vida e questionarmo-nos, antes de tomarmos a decisão.

Ouvir o nosso íntimo e vencer o medo, as conveniências, as expectativas que nos amarram e seguir.

Seguir para a zona não vigiada… ou ficar, em consciência, na zona de banhos.

 

Boa sorte!

 


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Love isn´t hard (ou não é Amor)

Nunca gostei de adágios nem de justificar as minhas acções recorrendo a frases feitas.

Fazê-lo sempre me pareceu um sinal de preguiça mental ou conservadorismo.

Mas e o que dizer das novas frases que abundam no FB e nos blogs?

Ainda por cima em inglês e tão bonitas?

Mordi a língua!

bees like honey

♥ ♥ ♥

cup of coupleFrase: Bees like Honey

«Precisamos parar e pensar o que é o Amor. E o Amor não é nada disso que por aí se ouve. Eu sei-o, você sabe-o, todos o sabemos. Por vezes é difícil afastar essa “nuvem de poluição” que envolve o Amor, e perceber que não é o Amor que nos faz sofrer, mas nós a nós mesmos. Que são os nossos pensamentos acerca do que é o Amor e de como deve ser o Amor que nos fazem entrar no “labirinto do desamor” e não saber como sair de lá. […]

E enquanto continuarmos a pensar assim, e principalmente a viver de ilusões e idealizações dos outros e das relações, tentando mudar quem não quer mudar, a viver e, especialmente, a sentir os outros, as relações e o Amor através do “filtro do sofrimento”, vamos continuar a escolher sofrer e a “sofrer por Amor”.

Não, o Amor não é sofrimento. O Amor faz-nos sentir plenos e em harmonia, faz-nos encontrar connosco e com os outros, aceitarmo-nos e aceitar, ou não, os outros, como somos e como são, viver as relações tranquila e serenamente, sentir ainda mais vivos e sentir a vida acontecer a cada momento, como ela é, como a vemos, não como os outros a veem, escolhendo quem queremos ao nosso lado, sem necessidade de sacrifícios para se ser aceite, querido, amado, desejado… para ter Amor!»

Para ler todo o texto de Margarida Vieitez clicar aqui.

Imagem: Cup of Couple


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Life is an adventure

Nunca gostei de adágios nem de justificar as minhas acções recorrendo a frases feitas.

Fazê-lo sempre me pareceu um sinal de preguiça mental ou conservadorismo.

Mas e o que dizer das novas frases que abundam no FB e nos blogs?

Ainda por cima em inglês e tão bonitas?

Mordi a língua!

bees like honey 11

Uma viagem à Tailândia do Mike e Gabriel: a forma mais segura de viver grandes aventuras: