“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Pesquisa

Quando comecei a fazer compotas sozinha, fui-me deixando guiar pela intuição e pelas receitas da minha mãe e da minha avó.

E fui fazendo experiências mais ou menos felizes.

Desiludida com o que estava já descoberto nos livros e nos blogs, optei por perguntar directamente a todas as pessoas que faziam excelentes doces qual era o segredo.

Até que, em Estremoz, encontrei este clássico.

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Li o título, franzi a testa, mas venci o meu preconceito e, felizmente, abri-o.

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E encontrei receitas, como esta, que seguem o método da minha avó, da minha mãe, das tias e primas que fazem doces deliciosos.

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Já experimentei.

Como sou incapaz de seguir uma receita sem inventar, acrescentei limão, baunilha e nozes.

Aprovado!

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E fotografado pelo Sérgio Azenha.


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A Rã

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DSC00677A Rã apareceu hoje no pátio e foi tema de conversa durante todo o dia.

Amigável e fotogénica, observou-nos durante uma dezena de minutos. Uma visita inesperada, uma vez que o pátio não tem água; uma prova de grande biodiversidade em dez metros quadrados, e mais uma razão para continuar a evitar fertilizantes e insecticidas. Li que uma das razões que está na causa da progressiva extinção destes bichinhos é a utilização de químicos agressivos na agricultura. Chegam a provocar a mudança de sexo nos indivíduos masculinos! A verdade é que quero manter esta inquilina e, se ela constituir família e continuar a comer insectos, aranhas e minhocas, melhor. Sou capaz até de levá-la para dentro de casa.