“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Locomotiva

As viagens de comboio fazem parte do meu imaginário.

Ando há meses (bem, há mais de um ano) a prometer uma viagem de comboio à Beatriz.

Enquanto não se concretiza a promessa, viajamos pelo poema do polaco Julian Tuwin.

Entrámos na nossa estação preferida: a Biblioteca de Estremoz.

Locomotiva Capa de livro

E avançámos de mão dada com a Mãe.

Locomotiva página2

Ou ao colo do Pai.

Locomotiva página 3

O comboio prepara-se para o início da viagem.

Locomotiva página 6

Vamos num comboio construído só para nós.

Locomotiva página 5

E seguimos embaladas por um poema onomatopaico e carruagens recheadas de surpresas.

Locomotiva página 8

Locomotiva página 12

Locomotiva página 15

Escusado será dizer que demoramos na minha carruagem favorita, num desafio de leitura ritmada que nos agrada muito.

Locomotiva página 10

Subimos montes e lemos depressa:

“Por vales, por montes, por túneis, prò mar,

Depressa, depressa pra não se atrasar,

A trote atravessa, o compasso não troca,

Com um baque que bate, com um toque que toca.”

Locomotiva página 24

Até que chegamos a casa, onde nos aguardam muitas outras viagens.

Locomotiva página 29

E brincadeiras.

Locomotiva página 31

Ilustrado por Paulo Galindro.

Traduzido por Gerardo Beltrán e José Carlos Dias.

Da editora QualAlbatroz.

Para espreitar!