“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Sem glúten

A Dina é Mãe do meu querido … sobrinho-neto (!!!) e pediu-me para partilhar algumas receitas.

Fiquei atrapalhada, porque me sinto uma principiante perante a minha família do Alentejo.

Quer dizer, exceptuando as compotas, as bolachas as granolas não alcanço muito crédito na cozinha.

Talvez sejam inseguranças de quem não sabe fazer um bom cabrito assado ou umas migas alentejanas…

A Dina não consome produtos com lactose e foi a responsável pela solução dos meus pequenos-almoços: leite de arroz.

Também influenciou o meu consumo diário de glúten.

Viver sem consumir glúten pode ser uma necessidade, no caso dos doentes celíacos, ou uma opção.

Alguns médicos aconselham a que cada um (não celíaco) faça a experiência e reduza o consumo de cereais com glúten, como o trigo, por exemplo, durante três semanas.

Naturalmente, fui reduzindo o consumo de trigo (com 70% glúten), o que se relacionou, sobretudo, com mudanças de hábitos alimentares: as granolas são as principais responsáveis.

Contêm aveia e cevada, cereais com glúten, embora de forma bem reduzida.

Pessoalmente, sinto-me melhor com a mudança.

Levei a minha preocupação na redução do glúten para as bolachas.

Bolachas sem glúten

250g de farinha de milho

50g de açúcar mascavado

4 colheres de sopa de mel

100g de amêndoa bem picada

50g de coco ralado

100g de tâmaras picadas

2 ovos

6 colheres de sopa de azeite

2 colheres de sopa de vinagre de sidra

Bater o açúcar com os ovos;

Adicionar o mel, as pastas de amêndoa e tâmaras, o coco, o vinagre, o azeite e a farinha.

Envolver e adicionar mais farinha até conseguir formar uma bola.

Tender a massa fininha.

Não é das massas mais fáceis de “esticar” porque, como tem pouca gordura, não é elástica.

Levar ao forno a 180ºC durante 15 minutos.

Disponíveis na loja para quem quiser testar-se e testá-las!