“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Amélia

A Amélia veio connosco da Biblioteca.

capa amélia

 

Foi criada por Tim Bowley e pelo nosso querido André Neves, o pai da Mara.

Como quase todas as crianças que conheço, esta menina quer um cão.

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Como quase todos os pais que conheço, este pai recusa tão exigente pedido.

A expressão de Amélia comove-nos a todos, excepto ao pai.

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Decide, então, sugerir outros companheiros de quatro patas.

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Sem sucesso!

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Propõe ainda companheiros sem patas…

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Pai inflexível!

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Até que finalmente o pai tem uma ideia genial e apaziguadora.

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Como seria de esperar de André Neves, a ilustração arrebata-nos.

E cruza, exemplarmente, os planos do real e da fantasia.

A narrativa de Tim Bowley não tem a profundidade de Orelhas de Borboleta, mas encanta a Beatriz (e a mim): a ideia de ter uma baleia ou um elefante como animal de estimação é irresistível!

E faz-nos pensar, a nós, adultos, que muitas vezes os pedidos das crianças são razoáveis.

Nós é que crescemos e ficamos rapidamente programadas para achar qualquer proposta que saia da rotina mirabolante.

Claro que não me refiro à baleia ou ao elefante…

Que saudades que eu tinha de escrever sobre um livro infantil!